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Martignoni, De Moraes e Todeschini Advogados Associados

A juíza de Direito Lidia Regina Rodrigues Monteiro Cabrini, da 3ª vara Cível de São Paulo/SP, julgou improcedente o pedido de um homem, que vendeu um estabelecimento, para que o comprador pagasse a segunda parte da venda. Isso porque o comprador descobriu, após a compra, que não poderia utilizar o nome da marca do estabelecimento comercial em razão de vício no contrato de trespasse.

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